"Estava então inevitavelmente atraída, inebriada e irreversivelmente iludida por alguém que antes, nunca tinha visto com os mesmos olhos, tinham o dom da hipnose, e eram de uma cor que não era azul nem castanha, e tudo a minha volta pareceu não existir durante as horas perdidas que conversámos, sempre com assunto que parecia surgir de forma natural, era tão arrebatador que conseguia sentir-me a ir sem volta no sorriso, nas palavras meias-medidas, para não estrapular a via do aceitável, alcançando o meu respeito, quem me dera que assim não tivesse sido. Talvez nem tivesse reparado, talvez nunca saiba, mas eu saberei sempre que recuei. Afinal, tinha um grande amor á minha espera. Hoje?Não sei."
Podem tirar-lhe as aspas e ler, afinal o texto é meu.Mas é mais seguro escreve-lo assim.